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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Alimentos e bebidas são oportunidades para lojas virtuais

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Alimentos e bebidas são oportunidades para lojas virtuais O comércio online cresce a cada dia, com diversas empresas que investem em diferentes segmentos, sempre buscando inovar-se e disponibilizar produtos e serviços diversos para que possam destacar-se no mercado e conquistar clientes. 

O acesso aos e-commerces facilita a vida de muitos consumidores, permitindo que os mesmos possam rapidamente adquirir itens necessários ou desejados. 

Ainda que o mercado online esteja expandindo-se rapidamente, o segmento de alimentos e bebidas ainda está em deficiência nesse quesito, com limitações para a aquisição desse tipo de produto pela internet.

Atualmente, de 50 das maiores redes de supermercados de todo o Brasil, apenas 18 delas iniciaram suas vendas online, assim muitas das maiores empresas do ramo ainda não encontram-se com esse tipo de vertente em funcionamento para alavancar suas vendas.

Qual a desvantagem da falta de presença dos varejistas online?

A procura por alimentos e bebidas pela internet está em expansão. A facilidade de comprar online suprimentos para casa, por exemplo, é um dos principais motivos que levam o usuário a pesquisar por esses itens sem sair de casa.

A comodidade dos pedidos recebidos sem a necessidade de encaminhar-se até uma loja física faz com que essa área seja uma das promessas de comércio virtual para os próximos anos.

 Com a falta das marcas no universo online, o faturamento atual ainda é pequeno, porém há algumas projeções sendo feitas para as empresas que estão adentrando esse meio, sendo que estima-se que o faturamento dessa vertente de negócios atinja a marca de R$48,65 bilhões até 2023.


Presença dos grandes varejistas na internet

E-commerces diversos já estão em funcionamento, assim como o grupo GPA, este que possui o Pão de Açúcar e o Extra já com suas lojas virtuais em perfeito funcionamento, porém perde oportunidades com a falta de presença das marcas Assaí e Compre Bem que ainda não possuem seu método de distribuição online.

Com tais grandes varejistas que ainda não estão comercializando seus produtos para os internautas, pequenas empresas dificilmente arriscam-se à entrar nessa vertente.

 Atualmente é possível verificar que a maioria dos supermercados que já estão presentes na internet fornecem seus produtos apenas para as grandes metrópoles brasileiras, distribuindo para São Paulo e Rio de Janeiro, permitindo que seus programas de logística possam atingir essas principais cidades e outras próximas, fazendo com que muitas localidades sejam prejudicadas pela falta de acesso, exigindo um projeto e planejamento para a expansão desses centros de entrega, encontrando as melhores formas de levar alimentos e bebidas seguras para os seus clientes.

Alternativas para a compra de alimentos e bebidas online

Com a falta de varejistas com seus próprios e-commerces, alguns aplicativos estão encontrando boas oportunidades de elevar seu faturamento por meio da venda de alimentos e bebidas para os consumidores, assim como o Taki, Rappi e iFood que já possuem um setor para a compra de produtos diversos, com o varejo de farmácias, floriculturas, gás, açougues, hortifrutis e supermercados variados, normalmente realizando parcerias com esses locais, apenas cedendo a logística.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Cuidados com fraudes em e-commerces

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A invasão de dados de internautas, reconhecimento de métodos de pagamento e diferentes outros crimes causam medo em consumidores que costumam realizar suas compras pela internet, com novas estratégias que surgem constantemente para a obtenção de informações pessoais que possam ser utilizadas para cometer fraudes.

O roubo de dados relacionados é o crime mais comum, permitindo que as lojas virtuais possam buscar alternativas tecnológicas para evitar esse tipo de acesso e facilidade dos criminosos para acessar plataformas e programas. Porém, além desse crime, vários outros são cometidos constantemente, gerando a necessidade de atualização para combater as principais fraudes em e-commerces de acordo com as tendências.

Invasão de contas


Crimes de invasão de contas ganhou uma grande proporção nos últimos anos, sendo caracterizado com o roubo de dados por meio de phishing ou até mesmo vazamento dessas informações por algum motivo ou brecha no sistema, além do próprio descuido da vítima com a inserção desses dados em sites diversos e não autorizados ou protegidos.
Dependendo da forma conquistada pelo criminoso, o mesmo poderá rapidamente acessar o login da vítima sem tentativas de combinações ou mudanças de senha, o que torna mais difícil a identificação da plataforma e permite que o mesmo possa realizar transações normalmente passando-se por outro usuário sem desconfianças ou barreiras no sistema.

Uso de tokens


A recorrência de tokens para confirmar qualquer transação ou até mesmo adentrar em plataformas tornou-se cada vez mais comum, fazendo com que muitas empresas e marcas passassem a apostar nesse método para maior segurança do usuário, principalmente as instituições financeiras que vêm tornando-se cada vez mais adeptas à essa tecnologia.

O desenvolvimento de tokens por lojas diversas e até mesmo a integração com aplicativos para o uso de dois fatores de reconhecimento, criando uma camada adicional de segurança para o usuário, evitando a inserção de uma senha e substituindo-a pela leitura do código.
Foto reprodução: http://www.doutorecommerce.com.br/

Ainda que os tokens tenham surgido com uma bela intenção de segurança redobrada e interligação de dispositivos, por exemplo, os criminosos também estão encontrando formas de driblar esse tipo de recurso, assim como uma plataforma de gerador de cartões, que insere diversas combinações até conseguir encontrar um número válido para conseguir usufruir.

O uso de tokens também pode ser ameaçado por conta do crime SIM swap que permite a troca de chip, ou seja, o criminoso assume o controle do número de telefone de um indivíduo e pode praticar golpes como a solicitação de transações financeiras e até mesmo conversar via whatsapp com os contatos salvos.

Protocolo 3DS2.0


O carregamento de uma página externa no momento da conclusão de uma compra também é bastante comum em e-commerces e pode fazer com que o usuário seja encaminhado para um destino sem a proteção necessária.

Para evitar essas fraudes e até mesmo facilitar para que a loja virtual efetue mais vendas, o protocolo 3DS2.0 mostra-se uma grande tendência, eliminando o direcionamento do consumidor para uma página externa do site da compra.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

5 Tendências para e-commerces em 2020

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A inovação para e-commerces torna-se cada vez mais constante, permitindo a inclusão de novas tecnologias e métodos de alcance de possíveis clientes para elevar os resultados, destacar-se no mercado e tornar-se cada vez mais atrativo aos interessados.

Com diversas novidades, plataformas e estratégias de vendas, 2020 reserva algumas tendências para a implementação de e-commerces. Confira, abaixo, algumas dicas e ideias para o crescimento de lojas virtuais.

1. Pesquisa por imagem


As pesquisas pra compra de produtos serão ainda mais comuns, permitindo que os usuários não somente sejam captados por simples anúncios e descritivos em texto, mas também possam visualizar os itens que desejam adquirir e recorrer à eles nas lojas virtuais pertencentes.

A melhor forma de adentrar nessa estratégia de pesquisa por imagem é otimizar as fotos que estão inclusas nas lojas virtuais para as boas práticas de SEO, ou seja, criar indicativos que possam ser efetivamente encontrados pelos possíveis clientes nas nomenclaturas, permitindo que seu site apareça bem posicionado nesse tipo de busca.

2. Implementação de chatbots


Os chatbots já são utilizados por muitos e-commerces para um rápido atendimento ao cliente. A tecnologia permite que as dúvidas dos usuários sejam tiradas de maneira fácil e eficiente, inserindo algumas perguntas comuns com o atendimento por meio de um robô, tornando-se uma programação bastante valiosa não somente para a rapidez na prestação de serviços, mas também economicamente para que a empresa não precise disponibilizar atendentes em tempo integral para sanar perguntas que são padrão.

Há diversas empresas que fornecem a tecnologia de chatbots, realizando configurações personalizadas de acordo com a necessidade e segmento de cada loja virtual, permitindo atender públicos específicos.

3. Omnichannel


A integração de canais é uma realidade cada vez mais presente. O principal benefício é permitir que os clientes possam obter uma experiência interligada entre várias mídias nas quais a loja está presente, assim como também oferecer maior facilidade para a conclusão de uma compra.

É essencial estabelecer a mesma mensagem em todos os canais que a empresa participa, permitindo que o público correto seja alcançado, assim como torne mais fácil o entendimento da ação pretendida pela empresa.

4. Realidade aumentada


Um dos grandes medos dos consumidores ao comprar na internet é realmente não conseguir ter uma noção real do produto que está sendo adquirido. Com isso, a realidade aumentada é uma tecnologia que vem beneficiar muitos e-commerces para influenciar suas vendas e auxiliar às lojas na concretização da transação.

A mescla da realidade virtual com os produtos reais é possível por diversas tecnologias, permitindo que o cliente tenha melhor noção do item desejado.

5. Aplicativos


A transformação de e-commerces para aplicativos é uma tecnologia cada vez mais presente, permitindo que a marca ganhe seu próprio espaço no meio tecnológico, garantindo que sua empresa seja mais lembrada, além de garantir uma fidelidade maior de seu público que, com o aplicativo baixado, possui maiores chances de voltar a consumir, além de ser impactado com notificações e novidades.

sábado, 11 de janeiro de 2020

Opencart: Como instalar o script da Loja Virtual na Superdomínios?

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Trabalhar em casa é o sonho de muitas pessoas. Hoje em dia, com a chegada da internet, muitos indivíduos podem trabalhar a distância com várias formas de ganhos. Uma dessas formas é através de vendas.

No início, todos começam vendendo produtos através de redes sociais, como em grupos do Facebook, ou através do Instagram ou até mesmo em marketplaces como Mercado Livre e Enjoei. O fato é que ter sua própria loja virtual é ideal, onde você faz suas próprias regras, tem mais liberdade para vender o produto que quiser, configura diversos meios de pagamentos e foge das taxas dos marketplaces.

Se você esta a procura de como montar sua loja virtual, recomendo a Superdomínios. Essa empresa esta online desde 1999 e oferece diversos serviços, inclusive hospedagem de loja virtual. Você encontra ofertas de hospedagem de sites a partir de R$ 9,99/mês. Para conhecer mais, clique aqui e visite a página para conferir as ofertas.
Foto reprodução: https://www.divinosilva.com.br/

Nesse artigo iremos ensinar a como instalar o script da loja virtual Opencart adquirida na Superdomínios. Confira abaixo como fazer:

Primeiro entre na sua conta no site, clique em Serviços > Meus Serviços. Clique no símbolo da "Chave de Fenda", acesse a página de configurações e clique em CPANEL.


Na página, desça a barra de rolagem até o final, e dentro de Softaculous Aps Installer, escolha "E-commerce", conforme indicado em vermelho na imagem abaixo:


Do lado esquerdo, tem uma caixa de busca. Procure por "SD Opencart Português". Ao localizar, clique em cima da opção.


Você será direcionado para essa tela. Clique em "Instalar Agora"


Você será redirecionado para a página de configurações. Preencha conforme abaixo:


Choose Protocol (protocolo) : Selecionar https://

Selecione Domínio : Selecione o domínio onde pretende instalar a loja virtual. Exemplo : superdominios.org

Diretório : O diretório não deverá existir. Exemplo: Se instalar em http://seudominio.com/loja/ coloque apenas loja. Para instalar na raiz do domínio http://seudominio.com  deixe este campo em branco.

Diretório Dados : Deixar como está sdobdata

Nome da Loja: Coloque o nome da loja;

Descrição da Loja: Coloque um breve resumo do que a sua loja vende.

Dono da Loja: Coloque seu nome (Pessoa Física) ou Nome Fantasia (Pessoa Jurídica);

Endereço da loja: Preencha com o endereço da loja, caso deseje.

Em "Conta do Administrador", preencha conforme abaixo:

Usuárío do admin: crie um nome de usuário, que servirá para logar na sua loja virtual. Por padrão, ele vem como "admin", mas é recomendável que você crie outro;

Senha do admin: crie uma senha;

Email do Admin: Coloque um email, que servirá tanto para logar no painel, quanto para recuperar senha, por exemplo;

Nome: Coloque seu nome;

Sobrenome: Coloque seu sobrenome;
Pronto, agora basta clicar no botão

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

MEI e a importação de produtos

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A importação no Brasil vem crescendo a cada dia e com tanta facilidade adquirida através da tecnologia em geral, não podia ser diferente.

Hoje, vamos falar sobre MEI para Importação. Este assunto tem alguns pontos importantes a serem observados e neste artigo vamos esclarecer alguns deles.

Quando se pensa em importar sendo MEI, é normal surgirem dúvidas, como:

  • MEI pode importar? O que é preciso fazer?
  • Quais condições devem ser observadas pelo MEI na hora de importar?
  • Quais impostos são cobrados?
  • Qual a documentação necessária?
  • Será que vale a pena investir em importação sendo MEI?

Entre outros.

Então, vamos por partes:

1- MEI pode importar? O que é preciso?


O MEI (Microempreendedor Individual) é uma empresa e assim como as demais, tem seus direitos e obrigações, portanto, a resposta é SIM.

Para realizar os procedimentos de importação, o MEI deve procurar uma Delegacia da Polícia Federal para acrescentar a nova modalidade de trabalho (ou objeto social).

Para tanto, deve se habilitar no SISCOMEX (Sistema Integrado de Comércio Exterior) e se registrar no RADAR.

Se o MEI realizar as importações através dos Correios (Importa Fácil) ou de outras empresas como Fedex, por exemplo e o valor for inferior a R$3.000,00, fica dispensado do cadastro.

2 - Quais condições devem ser observadas pelo MEI na hora de importar?


O MEI pode importar através de Comercial Trading ou dos Correios, pelo Importa Fácil, porém, a atividade deve estar devidamente inserida no rol de ocupações permitidas para MEI.

Em caso de dúvidas, se informe no Portal do Empreendedor ou no site da Receita Federal.

Outra condição é que os produtos importados sejam revendidos diretamente para o consumidor final, ou seja, o MEI não pode revender no atacado, limitando-se apenas ao Comércio Varejista.

Conforme previsto na Lei 11.898/2009 e Decreto 6.956/2009 O MEI também pode habilitar-se no Regimento de Tributação Unificada (RTU) e fazer importações de produtos do Paraguai.
MEI e a importação de produtos

3 - Quais impostos são cobrados para a importação?


  • IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte)
  • Imposto de Renda sobre os ganhos de capital (Alienação de bens do Ativo Permanente)
  • IOF (Imposto sobre Operações Financeiras)
  • ITR (Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural)
  • Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros
  • FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)
  • INSS (Seguro Social referente ao trabalhador)
  • PIS, COFINS, IPI


4 - Quais são os documentos necessários exigidos para realizar a importação sendo MEI?


  • D.I (Declaração de Importação);
  • L.I (Licença de Importação);
  • Commercial In Voice;
  • Plataforma Comercial in Voice;
  • Packing List;
  • Lista de Produtos, embalagens e peso;

5 - Mas será que vale a pena importar sendo MEI?


Por ser um mercado em ascensão, muitos microempreendedores pensam em inovar ou expandir os seus negócios através da importação.

O ponto mais importante a ser considerado refere-se a própria condição de ser um MEI.

Apesar de ser considerado uma empresa como as demais, que paga seus impostos e presta contas a Receita Federal, o MEI tem restrições com relação ao faturamento anual, que não pode ultrapassar R$81.000,00.

Neste caso, é aconselhável analisar se o MEI está de fato disposto a importar, pois esta decisão implica em várias possíveis mudanças com relação aos negócios e à própria condição de MEI.

Não há valor mínimo para começar a importar, mas o limite de faturamento deve estar em concordância com a lei.

Considerações Finais


Conforme vimos neste artigo, importar sendo MEI não é nenhum “bicho de sete cabeças” e qualquer microempreendedor pode apostar nesta ideia.

O ponto negativo é a limitação que isto representa, pois, toda empresa deseja crescer, não é mesmo? Então é bom estar preparado para as mudanças, sejam elas quais forem.

O fato de investir em importação pode trazer o tão sonhado crescimento e o microempreendedor deve estar preparado para deixar de ser MEI e arcar com todas as consequências que isto acarretará.

Com o crescimento, perde-se algumas das vantagens e adquire-se responsabilidades, que antes não eram atribuídas ao MEI.

Cabe a cada um analisar os fatos e optar pelo que considerar a melhor opção para o seu negócio.

Dicas:


Planeje, estude, escolha com atenção os produtos com os quais quer trabalhar. Faça uma pesquisa, veja se o produto em questão está em alta, pesquise possíveis clientes e... sucesso no seu novo empreendimento!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Amazon terá novo centro de distribuição no Nordeste

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A Amazon anunciou no último dia 12/12/2019, que terá mais um centro de distribuição no Nordeste. A cidade escolhida foi Cabo de Santo Agostinho (PE). O objetivo é facilitar a logística e a entega dos produtos em cidades da região.

Ainda segundo a empresa, que terá o primeiro centro de distribuição no Nordeste e quarto no Brasil, vai começar suas operações já no primeiro semestre de 2020. Dos municípios que vão ser beneficiados,  destacam-se João Pessoa, Recife, Natal, Maceió e Fortaleza, que receberão entregas em até dois dias.

Estratégia


Como estratégia, a Amazon inaugurou em janeiro um CD na cidade de Cajamar, em São Paulo. Além disso, a empresa investiu em estratégias para fidelização do cliente, como o serviço Prime.

Incentivo do Governo


Desde janeiro, 144 empresas se instalaram em Pernambuco. O Governo passou a oferecer descontos nos resultados das operações. Desse modo, muitas companhias podem operar na região e vender para fora do estado.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/cd-amazon-no-nordeste/

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

De acordo com Ebit Nielsen, comércio eletrônico faturou R$ 3,2 bilhões na Black Friday

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O comércio eletrônico faturou R$ 3,2 bilhões na Black Friday, de acordo com a empresa de monitoramento de dados Ebit Nielsen. O levantamento foi feito de compras fechadas entre os dias 29 e 30 de novembro. O aumento foi de 23,6% em comparação à 2018, quando o faturamento foi de R$ 2,6 bilhões.

Entretanto, o gasto médio por consumidor, caiu de R$ 608 para R$ 602, queda de 1,1%.

Nos dois dias de monitoramento feito pela empresa de pequisa, foram feitos 5,33 milhões de pedidos. Em 2018 foram 4,2 milhões, alta de 25%.

A Ebit percebeu que 55% dos pedidos foram feitos através de celulares, e em 2018, esse número foi de 35%. O faturamento via mobile chegou em R$ 1,7 bilhão, enquanto no ano passado esse valor foi de 830 milhões, aumento de 95%.
Foto reprodução: MaceioShopping

O tíquete médio de compra por esse dispositivo foi de R$ 574, contra R$ 552 do ano passado. Alta de 4%.

Na Black Friday desse ano, 418 mil consumidores fizeram a primeira compra pela internet, 12% a mais que em 2018.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/12/faturamento-do-comercio-eletronico-com-a-black-friday-foi-de-r-32-bilhoes-em-2019.shtml e https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2019/11/varejo-online-fatura-r-32-bi-na-black-friday-diz-ebit-nielsen.html

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